Crime foi descoberto nesta sexta-feira (21) no Alto de Pinheiros. Empregada disse que porta do apartamento estava aberta.
Uma publicitária de 33 anos foi encontrada morta na cozinha de seu apartamento no Alto de Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo, por volta das 10h desta sexta-feira (21). De acordo com dados registrados no boletim de ocorrência e informados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), o corpo tinha uma faca cravada no peito.
A empregada da publicitária, que tem 40 anos, contou à polícia que encontrou a porta do apartamento aberta. O caso foi registrado como homicídio simples e será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
De acordo com informações da secretaria, uma segunda faca foi encontrada ao lado do corpo da publicitária. A empregada entrou em choque ao ver o corpo da mulher ensanguentado e procurou os moradores do apartamento vizinho, que acionaram a polícia.
Hoje em dia, as pessoas andam preferindo se reprimir. Vários fatores, penso eu, são os responsáveis por isso. Família, influência de “pseudo-amigos”, trabalho. Opções que nós fazemos para sacrificar geralmente um ideal ou um propósito de vida.
Bem, eu penso que antes de tudo, isso é um crime contra você mesmo. Perder para que os outros ganhem é um ultraje contra a sua vida. Não é fácil conviver com as pessoas, claro, mas temos muito o que aprender nessa jornada. Muitas vezes, o sacrifício é encarado como uma forma de se entregar em troca da salvação de outrém. Puxa vida, mas será que devemos realmente perder para ganhar, falando nesse aspecto?
Difícil e perigoso é o caminho em que você sacrifica tudo o que você é.
Nada do que você faça que acabe virando uma repressão é favorável para ninguém. Ora, um dia isso tudo se volta contra o jeito que levamos a vida. Um dia, uma discussãozinha boba vira um debate sobre as coisas que fazemos. Um dia, você impreterivelmente jogará na cara de alguém sua frustração. E, por experiência própria, é um tiro no pé.
Por isso, nunca se adie. Faz tanto mal que você nem imagina.
Lembrei das coisas boas da nossa infância e da nossa vida. Seriados de TV, brinquedos, desenhos animados… foi uma época maravilhosa.
Tudo o que lembrei, as pesquisas de imagens no Google sobre todas essas coisas me renderam um post saudosista da época dos meus brinquedos, dos meus desenhos, das coleções de papel de carta, dos álbuns de figurinha.
Lembrei que eu tinha Playmobil, tinha as bonecas da Moranguinho, as Barbies de antiga (que eu coleciono até hoje), o castelo da She-Ra (quaaase completo!). Era um tempo bom e tanto. Também tive o Pense Bem, na figura aí de cima... e também tive esse brinquedo aí abaixo, alguém se lembra qual é o nome dele?
Assistia os faroestes, “Terra de Gigantes“, “Perdidos no Espaço“, geralmente nas reprises de manhã cedo. Lembro de Dom Quixote, Olho Vivo e Faro Fino, Pica Pau… minha nossa!
Hoje em dia, não se vê mais essas coisas, se vê uma modernização da vida que já começa desde criança, com seus brinquedos que falam, seus desenhos interativos, enfim.
É o sinal dos tempos…
Pena que a minha vida não foi tão boa como as coisas de criança eram nessa época. Por isso, chego nesse estágio da vida com saudade das brincadeiras, mas não gostaria de voltar para lá. Acho que o que passou, ces´t fini.
Eu ainda continuo um pouco criança, com minhas Hello Kitties e Barbies e brindes do McLanche Feliz, Burguer King e etc.. Portanto, todas as brincadeiras vieram comigo, numa síntese boa e feliz.
Resultado disso? Sou a criança-quase-balzaquiana mais feliz do mundo.
PS: Aproveite para matar a saudade de alguns brinquedos antigos no blog Brinquedo Antigo.
Os anos 80 não seriam os mesmos sem eles. Ah, não mesmo!
Love Will Tear Us Apart Joy Division
When routine bites hard and ambitions are low And resentment rides high, but emotions won't grow And we're changing our ways, taking different roads
Then love, love will tear us apart, again Love, love will tear us apart, again
Why is the bedroom so cold? You've turned away on your side Is my timing that flawed? Our respect runs so dry Yet there's still this appeal that we've kept through our lives
But love, love will tear us apart, again Love, love will tear us apart, again
You cry out in your sleep, all my failings exposed And there's taste in my mouth as desperation takes hold Just that something so good just can't function no more